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Boa Vista - RR, 26 de fevereiro de 2026 as 18:17

Anvisa proíbe venda do suplemento Tadala Pro Max por risco à saúde

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Anvisa proíbe Tadala Pro Max por falta de registro sanitário

A Anvisa proíbe Tadala Pro Max em todo o território nacional após identificar que o suplemento estava sendo comercializado sem autorização sanitária no Brasil. A decisão foi publicada na última segunda-feira (23/2) no Diário Oficial da União (DOU) e vale para todos os lotes do produto.

A medida determina a suspensão da fabricação, importação, distribuição, propaganda, comercialização e uso do item em todo o país.

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, o produto seria fabricado por empresa não identificada, o que agrava a irregularidade e aumenta os riscos para o consumidor.


Anvisa proíbe Tadala Pro Max por ausência de avaliação sanitária

De acordo com a agência reguladora, produtos sem registro sanitário não passam por análise técnica quanto à:

  • Qualidade

  • Segurança

  • Eficácia

  • Composição

Isso significa que não há garantias sobre os ingredientes utilizados, a procedência da matéria-prima ou os possíveis efeitos adversos.

A ausência de registro é considerada infração sanitária grave e pode trazer consequências à saúde pública, principalmente quando o produto é divulgado como suplemento com promessas de desempenho ou benefícios específicos sem comprovação científica.


Riscos à saúde e orientação aos consumidores

A orientação oficial é que qualquer pessoa que esteja utilizando o Tadala Pro Max interrompa o uso imediatamente.

Caso o consumidor apresente reações adversas, sintomas inesperados ou dúvidas relacionadas ao produto, a recomendação é procurar atendimento médico ou um profissional de saúde habilitado.

Entre os principais riscos associados a produtos irregulares estão:

  • Contaminação por substâncias não declaradas

  • Presença de medicamentos não informados no rótulo

  • Dosagens inadequadas

  • Interações perigosas com outros medicamentos

A Anvisa reforça que suplementos e medicamentos precisam de autorização prévia antes de serem colocados no mercado.


Proibição se estende a vendedores e divulgadores

A determinação da agência também se aplica a:

  • Pessoas físicas

  • Empresas

  • Lojas físicas e virtuais

  • Marketplaces

  • Canais de comunicação e publicidade

Ou seja, qualquer forma de comercialização ou divulgação do produto está proibida.

O descumprimento pode resultar em penalidades administrativas, multas e outras sanções previstas na legislação sanitária brasileira.


Como verificar se um suplemento é regularizado

A recomendação para consumidores é sempre verificar se o produto possui registro ou notificação regular junto à Anvisa.

Algumas medidas preventivas incluem:

  • Conferir o número de registro no rótulo

  • Consultar o site oficial da Anvisa

  • Desconfiar de promessas exageradas

  • Evitar compras em canais informais

Produtos vendidos exclusivamente pela internet ou redes sociais, sem informações claras sobre fabricante e CNPJ, merecem atenção redobrada.


Importância da fiscalização sanitária

A atuação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária é fundamental para proteger a saúde da população, especialmente diante do crescimento da venda online de suplementos e produtos com apelo farmacêutico.

A agência destaca que a comercialização de itens sem regularização sanitária coloca consumidores em risco e compromete a segurança do mercado.

Denúncias sobre venda irregular podem ser feitas aos órgãos de vigilância sanitária estaduais e municipais.

Referência: Metropoles