Um caso de cárcere privado e violência contra mulher grávida resultou na prisão de um homem de 29 anos, nesta sexta-feira (27), em Boa Vista. A ação foi realizada pela Polícia Civil de Roraima, por meio da Delegacia do município do Cantá.
Segundo a investigação, a vítima, de 23 anos e grávida de cinco meses, foi mantida sob domínio do agressor por vários dias, sendo submetida a agressões físicas e psicológicas.
🚔 Prisão ocorreu após diligências policiais
A prisão foi efetuada no bairro Jockey Club, após buscas realizadas pela equipe policial. O suspeito estava sendo procurado desde novembro de 2025, quando o caso foi denunciado.
De acordo com o delegado Rhaynner Veras, a vítima permaneceu em cárcere por aproximadamente cinco dias.
⚠️ Vítima sofreu agressões contínuas
Durante o período, a mulher relatou ter sido vítima de agressões repetidas, incluindo violência física, ameaças e tentativas de estrangulamento.
As investigações apontam que o suspeito utilizou força física e objetos para cometer as agressões, além de manter a vítima sob constante intimidação.
Após conseguir sair da situação, a mulher procurou ajuda, o que deu início às investigações.
🏥 Laudo confirma gravidade das lesões
O exame de corpo de delito identificou múltiplas lesões em diferentes partes do corpo, com indícios de agressões recorrentes ao longo de vários dias.
A vítima precisou de atendimento médico e permaneceu internada por cerca de um mês para tratamento das lesões.
O laudo também indicou sinais compatíveis com violência contínua e uso de meios cruéis.
⚖️ Suspeito responderá por diversos crimes
Com base nas provas reunidas, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado, que foi autorizada pela Justiça.
Ele deverá responder por crimes como:
- Cárcere privado
- Tortura
- Violência doméstica
- Outros crimes previstos em lei
O suspeito será apresentado em audiência de custódia.
📢 Caso reforça alerta sobre violência doméstica
O caso evidencia a gravidade da violência contra a mulher e a importância da denúncia.
Autoridades reforçam que vítimas podem buscar ajuda por meio de canais oficiais, como delegacias especializadas e serviços de proteção.