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Boa Vista - RR, 16 de fevereiro de 2026 as 19:47

Vinícius de Oliveira relata que Juliana ‘Sentia o peito arder’

Reprodução/TV Globo

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Mulher que morreu após nadar em piscina em SP: viúvo relata que “sentia o peito arder”

O caso da mulher que morreu após nadar em piscina de uma academia em São Paulo ganhou novos desdobramentos após o relato do marido, Vinícius de Oliveira. Ele contou que sentiu o peito “arder” poucos minutos depois de entrar na água.

Juliana Bassetto, de 27 anos, passou mal durante uma aula de natação na academia C4 Gym, localizada no Parque São Lucas, zona leste da capital paulista. Segundo o viúvo, os dois nadavam havia cerca de 15 minutos quando começaram a sentir sintomas incomuns.

“Eu estava na raia da direita e encostei na parede sufocando, sentindo o peito ardendo”, relatou ao programa Fantástico, da TV Globo.

Ao perceber que a esposa apresentava a mesma reação, Vinícius voltou para ajudá-la. Ambos saíram da piscina, mas Juliana não resistiu.

Academia é interditada após morte em piscina

A academia onde ocorreu o caso da mulher que morreu após nadar em piscina foi interditada pela Prefeitura de São Paulo logo após o incidente.

A Polícia Civil indiciou os sócios Cesar Bertolo Cruz, Celso Bertolo Cruz e Cezar Miquelof Terração por homicídio com dolo eventual — quando há consciência do risco provocado pela ação.

De acordo com as investigações, há suspeita de erro na manipulação de produtos químicos utilizados no tratamento da água da piscina, o que pode ter causado intoxicação.

Justiça nega prisão dos sócios

A juíza Paula Marie Konno negou o pedido de prisão preventiva dos proprietários da academia. Segundo a magistrada, não houve apresentação de elementos suficientes que justificassem a medida.

A decisão aponta ainda que os investigados já prestaram depoimento e não há registros de intimidação de testemunhas.

Vinícius recebeu alta hospitalar no domingo (15) e segue acompanhando o andamento das investigações sobre a morte da esposa.

O caso da mulher que morreu após nadar em piscina levanta questionamentos sobre protocolos de segurança e controle químico em estabelecimentos com piscinas, reacendendo o debate sobre fiscalização sanitária e responsabilidade civil.

Referência: Jovem Pan